Como criar um sistema de delivery?
Como atendia apenas donos de animais nas imediações das duas lojas, Barreto decidiu criar uma frota própria, comprando dois carros e duas motos, além de contratar novos funcionários. O gasto inicial foi de R$ 45 mil e o custo mensal ficou em R$ 2 mil — o que inclui salários, combustível e manutenção dos veículos. “Uma frota própria é ideal para empresas que atendem a áreas restritas”, afirma Salzano. No caso da Mercearia, o investimento valeu a pena: hoje, o serviço de delivery corresponde a 30% do faturamento. Enquanto alguns empreendimentos optam pelo delivery para se diferenciar dos concorrentes, outros não podem viver sem ele.
É o caso das pizzarias e lanchonetes. E também da loja virtual de pratos congelados Pronto Light, que precisou organizar seu sistema antes de começar a faturar. Como a empresa atende São Paulo e Grande São Paulo, a decisão foi terceirizar as entregas. “Fomos cuidadosos, porque lidamos com comidas congeladas. Qualquer erro ou atraso pode estragar a refeição”, diz Pedro Pandolpho, 29 anos, um dos donos do negócio. Logo de cara, houve um gasto de R$ 2 mil com um sistema on-line para organizar roteiros de entregas. “O software de roteirização pode ser útil, mas apenas para aquelas empresas que precisam cobrir grandes distâncias”, diz Salzano.
Publicado na Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios em Junho de 2010
Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI145671-17157,00-COMO+CRIAR+UM+SISTEMA+DE+DELIVERY.html
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